O título de Utilidade Pública garante às entidades, associações civis e fundações o reconhecimento como instituições sem fins lucrativos e prestadoras de serviços à sociedade.
Entidades sem fins lucrativos são aquelas capazes de reverter em finalidades estatutárias ou em manutenção e expansão do próprio negócio todos os lucros obtidos em atividades comercial, industrial e de serviços desenvolvidos por ela.
Na última quinta-feira (22), a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) viveu uma polêmica com o debate do projeto de lei nº 1177/2011. De autoria do deputado Gilberto Palmares (PT), o pedido era que fosse considerada de utilidade pública estadual a tenda espírita Caboclo Flecheiro Cobra Coral.
Isso não agradou a alguns parlamentares, em especial o deputado Samuel Malafaia (PR), irmão do pastor Silas Malafaia, da Assembléias de Deus Vitória em Cristo.
Todos os deputados evangélicos votaram contra a homenagem à tenda espírita, o que lhes rendeu acusações de preconceito. Muitos outros deputados acabaram votando contra por acreditar que tinha ligação com o “cacique” contratado pelo governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes para controlar o tempo.
Apesar do nome parecido, a Fundação Cacique Cobra Coral que visa “intervir nos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza” não tem ligação com a tenda espírita Caboclo Flecheiro Cobra Coral, que se dedica a “estudos, consultas, desobsessão, cirurgias espirituais” além de ter trabalhos comunitários que visam levar alimentos e os ensinamentos da Umbanda a quem desejar.
Com informações JB e Tecaf Umbanda

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